Cazuza: Relembre
momentos marcantes do
eterno 'Exagerado'!


Agenor de Miranda Araújo Neto, apelidado de
Cazuza pelo pai, nasceu no Rio de Janeiro, no dia
04 de abril de 1958.


Cresceu cercado de artistas, já que seu pai chegou
a presidir a gravadora Som Livre. Ainda na
adolescência, começou a escrever poemas e
compor.


Léo Jaime foi quem indicou Cazuza para vocalista
da banda que estava em formação em 1981, Barão
Vermelho, ao lado de Maurício Barros, Roberto
Frejat e Guto Goffi, que se destacou com a canção
'Pro Dia Nascer Feliz'.


Caetano Veloso e Ney Mato Grosso foram peças
importantes na carreira de Caju. Cae cantou 'Todo
Amor Que Houver Nessa Vida' em junho de 1983,
no show de lançamento do seu disco 'Uns'. 


Já Ney, chegou a namorar o cantor quando ele
tinha 21 anos de idade e continuaram amigos após
o término. O artista regravou 'Pro Dia Nascer Feliz' e
lançou no final do ano de 1983. 


Com o Barão Vermelho, Cazuza fez uma
apresentação marcante na primeira edição do Rock
In Rio, no dia 15 de janeiro de 1985, que coincidiu
com o fim da ditadura militar.


Em 1985, Cazuza iniciou sua carreira solo e no
mesmo ano, gravou o disco 'Exagerado', que fez
sucesso com a música-título do álbum, 'Codinome
Beija-Flor' e 'Mal Nenhum'.


Em março de 1987, lançou o segundo disco solo,
'Só Se For A Dois', com músicas romênticas como 'O
Nosso Amor A Gente Inventa'.


'Ideologia' foi o terceiro disco de Caju, lançado em
1988. 'O Tempo Não Para', de 1989, bateu a marca
de 500 mil cópias vendidas, e seu último álbum,
'Burguesia' foi gravado com o cantor sentado em
cadeira de rodas.


O cantor nos deixou aos 32 anos, no dia 07 de julho
de 1990, por choque séptico em decorrência da
AIDS. O artista foi a primeira figura pública a falar
abertamente que era soropositivo, em 1989.

Eterno Caju!


TEXTO: Andrea Paiva
EDIÇÃO: VITÓRIA GOMES 
SUPERVISÃO: Vitor Balciunas
CRÉDITOS: Reprodução/
InstagramTenor